A Primeira‑Ministra, Maria Benvinda Levi, apelou esta manhã à rápida avaliação dos danos causados pelas cheias e inundações e à reposição célere dos serviços básicos essenciais, como o abastecimento de água potável, energia eléctrica, comunicações e vias de acesso, com vista a minimizar o sofrimento das populações severamente afectadas pelas intempéries.
O apelo foi lançado durante a reunião do Comité Operativo de Emergência (COE), dirigida pela governante na Cidade da Matola, província de Maputo, num momento em que várias infra‑estruturas públicas e privadas registam danos significativos em consequência das recentes inundações.
“Sempre que há inundações no país, há danos nas infra‑estruturas públicas e privadas, e precisamos de avaliar a sua dimensão e trabalhar no sentido de repor os serviços básicos para a população afectada drasticamente, como o abastecimento de água potável, energia, comunicações e vias de acesso”, afirmou Maria Benvinda Levi.
Segundo a Primeira‑Ministra, a reposição célere destes serviços é determinante para garantir condições mínimas de dignidade às populações atingidas, bem como para facilitar as operações de assistência humanitária e de recuperação das zonas afectadas.
Visitas aos distritos mais afectados
No âmbito do acompanhamento directo da situação no terreno, Maria Benvinda Levi anunciou visitas, ainda hoje, aos distritos de Boane e Marracuene, igualmente afectados pelas cheias e inundações.
Nestas deslocações, a governante pretende inteirar‑se do ponto de situação das intempéries, verificar o impacto real nas comunidades locais e avaliar o nível de assistência humanitária que está a ser prestada às populações deslocadas.
Durante a reunião do COE, a Primeira‑Ministra destacou a importância de uma coordenação eficaz entre os diversos sectores do Governo, autoridades locais e parceiros humanitários, de modo a assegurar uma resposta rápida, articulada e eficiente à emergência em curso.
A Primeira-Ministra sublinhou que a actuação integrada é essencial não só para a reposição imediata dos serviços básicos, mas também para a prevenção de riscos adicionais, nomeadamente surtos de doenças e isolamento prolongado das comunidades.
Prioridade na protecção das populações
Maria Benvinda Levi reiterou que a prioridade do Executivo continua a ser a protecção da vida humana, defendendo medidas preventivas, a retirada atempada das populações em zonas de risco e o reforço da assistência nos centros de acomodação temporária.
A Primeira‑Ministra assegurou que o Governo continuará a monitorar a evolução da situação hidrológica e meteorológica, adoptando medidas adicionais sempre que necessário, para garantir uma resposta eficaz às cheias e inundações que afectam várias regiões do país.
Com estas acções, o Executivo pretende acelerar a recuperação dos serviços essenciais e criar condições para o regresso gradual à normalidade nas zonas severamente afectadas pelas intempéries.





