A Ministra do Trabalho, Género e Acção Social, Ivete Alane, realizou este sábado, uma visita de trabalho ao distrito de Boane e ao município da Matola Rio, no quadro das acções de resposta à situação de alerta vermelho provocada pelas chuvas intensas que afectam a província de Maputo.
A governante foi indicada pelo Conselho de Ministros para apoiar a província nesta fase crítica, com foco no acompanhamento directo das operações de resgate, assistência humanitária e acolhimento das famílias afectadas pelas cheias.
No município de Boane, Ivete Alane deslocou‑se à Estrada Nacional n.º 2 (EN2), no Bloco 2, local utilizado como ponto de atracagem das embarcações envolvidas no transporte de pessoas resgatadas das zonas inundadas.
No local, a Ministra interagiu com as equipas da UNAPROC, da Polícia da República de Moçambique (PRM), do SENSAP e com profissionais de saúde em prontidão permanente para prestar assistência às vítimas.
Avaliação dos centros de acomodação
Ainda em Boane, a governante visitou o Centro de Acomodação da Escola Básica 19 de Outubro, bem como o local de reassentamento do bairro Filipe Samuel Magaia, onde avaliou as condições criadas para o acolhimento temporário das famílias deslocadas pelas cheias.
Já no município da Matola Rio, Ivete Alane deslocou‑se ao Centro de Acomodação de Chinonanq u il a e à ponte de Djuba, infra‑estrutura afectada pelo aumento do caudal das águas.
A jornada de trabalho terminou no drift de Malhampsene, na localidade de Mulotana, um dos pontos críticos da região, onde a circulação foi condicionada devido à inundação da via.
Encorajamento às equipas no terreno
Durante a visita, a Ministra encorajou as autoridades locais e as equipas destacadas no terreno, reconhecendo o esforço e o empenho demonstrados na resposta à emergência.
“É fundamental manter a prontidão, a coordenação interinstitucional e o espírito humanitário para salvaguardar vidas humanas neste período de alerta vermelho”, sublinhou Ivete Alane.
A governante reiterou o compromisso do Governo Central em continuar a acompanhar de perto a situação na província de Maputo, reforçando os meios de assistência às populações afectadas e apoiando as autoridades locais na protecção das comunidades vulneráveis.





