A Primeira-Dama da República de Moçambique, Gueta Selemane Chapo, tem assumido um papel determinante na resposta humanitária às cheias e inundações que afectaram várias regiões do país, liderando acções de assistência directa, mobilização de parceiros e apoio emocional às populações deslocadas.
Desde o início da presente época chuvosa, marcada por precipitações intensas e pela subida dos níveis das águas, Gueta Chapo tem realizado deslocações regulares às províncias de Maputo, Gaza, Sofala e Inhambane, acompanhando de perto as condições de vida das famílias acolhidas nos centros de acomodação.
A sua actuação tem reforçado a presença do Estado junto das comunidades mais vulneráveis, promovendo uma abordagem baseada na proximidade, solidariedade e responsabilidade social.
Presença contínua no terreno
Um dos aspectos mais marcantes da intervenção da Primeira-Dama tem sido a sua permanência nos centros de acolhimento, onde, em várias ocasiões, dormiu nos centros de acolhimento juntamente com as populações afectadas, partilhando as mesmas condições de alojamento, alimentação e convivência.
Durante as visitas, tem participado na confecção de refeições, na organização dos espaços comunitários e no acompanhamento directo das famílias.
“Nós dormimos lá onde a nossa população está. Comemos a mesma refeição que vocês também comem. Cozinhamos juntos. Se vocês dormem na esteira, nós também dormimos na esteira, porque o vosso sofrimento também é nosso”, sublinhou Gueta Chapo.
Esta postura tem sido interpretada pelas comunidades como um sinal de empatia, respeito e compromisso institucional.
Assistência directa às famílias deslocadas
No âmbito da resposta humanitária, Gueta Chapo tem liderado a distribuição de alimentos, kits de higiene, mantas, roupas, material escolar e insumos agrícolas, assegurando condições mínimas de dignidade às famílias afectadas.
Em várias localidades, foram igualmente entregues sementes, enxadas, catanas, baldes e outros instrumentos de produção, destinados a apoiar a retoma da actividade agrícola e a reforçar a segurança alimentar.
“Estamos aqui para apoiar directamente a nossa população e partilhar as suas dificuldades, porque só assim conseguimos encontrar soluções reais”, afirmou a Primeira-Dama.
A assistência tem sido orientada com especial atenção às crianças, mulheres grávidas, lactantes, idosos e pessoas com deficiência.
Reforço da resposta humanitária em Gaza e Sofala
Nas províncias de Gaza e Sofala, fortemente afectadas pelas cheias, Gueta Chapo visitou centros de acolhimento em distritos como Chókwè, Xai-Xai, Búzi e Guara-Guara, onde acompanhou as operações de assistência e dialogou com as populações deslocadas.
Durante estas visitas, anunciou a sua permanência nos centros e reforçou a articulação com equipas técnicas, voluntários e autoridades locais, com vista a melhorar as condições logísticas e sanitárias.
“Vamos permanecer aqui com vocês, comer a mesma comida, beber a mesma água e viver as mesmas condições, porque ninguém escolheu estar nesta situação”, declarou.
Mobilização de parceiros e solidariedade institucional
A actuação da Primeira-Dama tem sido igualmente marcada pela mobilização de parceiros nacionais e internacionais, incluindo empresas privadas, organizações humanitárias, instituições religiosas e cidadãos solidários.
Esta articulação tem permitido ampliar o volume e a diversidade dos apoios, assegurando uma resposta mais abrangente às necessidades das comunidades afectadas.
“Sem os nossos parceiros, não conseguiríamos responder com esta dimensão. Esta é uma demonstração de que, juntos, somos mais fortes”, sublinhou Gueta Chapo.
A coordenação dos donativos tem sido orientada por princípios de transparência, organização e equidade na distribuição.
Apoio emocional e actividades recreativas
Para além da assistência material, Gueta Chapo tem apostado fortemente no apoio psicológico às vítimas das cheias, promovendo momentos de convívio, canto, dança, brincadeiras e actividades recreativas, sobretudo junto das crianças.
Estes momentos têm contribuído para aliviar o trauma provocado pelas inundações, reduzir o stress emocional e reforçar a esperança colectiva.
“A vida não pára, temos que olhar sempre em frente. Vamos continuar a lutar juntos para reconstruir aquilo que foi destruído”, afirmou.
Em vários encontros comunitários, a Primeira-Dama tem incentivado a participação activa das mulheres e da sociedade civil nas acções de solidariedade, voluntariado e apoio humanitário.
Segundo Gueta Chapo, o envolvimento comunitário é essencial para garantir uma resposta sustentável às calamidades.
“Estamos juntas nesta luta e vamos continuar a trabalhar unidas, firmes, para apoiar o nosso povo”, disse.
Integração na resposta nacional às calamidades
A intervenção da Primeira-Dama enquadra-se na estratégia nacional de resposta às cheias, desenvolvida em articulação com as autoridades centrais, provinciais e distritais.
A sua presença no terreno tem reforçado a dimensão humana da governação, complementando as acções de resgate, reassentamento, reconstrução de infra-estruturas e restabelecimento de serviços básicos.
Gueta Chapo tem reiterado que a resposta às cheias não deve limitar-se ao socorro imediato, mas integrar acções contínuas de reconstrução social, económica e comunitária.
“A nossa missão é garantir que nenhuma família fique para trás e que todos tenham condições para recomeçar com dignidade”, concluiu.
Com uma actuação marcada pela proximidade, liderança no terreno e mobilização de recursos, a Primeira-Dama consolida-se como uma das principais figuras da resposta humanitária em Moçambique, reforçando a confiança das populações nas instituições públicas e promovendo uma cultura de solidariedade nacional.
Num contexto de recorrentes fenómenos climáticos extremos, a sua presença constante junto das comunidades afectadas representa um sinal claro de compromisso com a vida, a dignidade humana e a reconstrução sustentável do país.





