A diplomacia activa do Presidente da República, Daniel Chapo, voltou a produzir resultados concretos para Moçambique. Os Estados Unidos da América anunciaram a disponibilização de 1 milhão de dólares em assistência humanitária para apoiar a resposta às graves inundações que afectam as regiões Centro e Sul do país.
O apoio surge na sequência do alerta vermelho decretado pelo Governo moçambicano e insere-se no quadro de cooperação estratégica entre os dois países.
“Manifestamos solidariedade com o povo moçambicano e estamos a acompanhar a situação em coordenação com o Governo de Moçambique, apoiando esforços para proteger comunidades e salvar vidas”, refere a declaração oficial dos Estados Unidos.
Resultados passados da diplomacia de Chapo
Este novo apoio soma-se aos resultados já alcançados pela diplomacia de Daniel Chapo. Na semana passada, durante a sua visita oficial a Washington, Moçambique e os Estados Unidos assinaram um Memorando de Entendimento em Saúde avaliado em 1,7 mil milhões de dólares, com vigência entre 2026 e 2030.
O acordo histórico prevê o reforço sustentável do Serviço Nacional de Saúde (SNS), a eliminação de doenças como HIV, tuberculose e malária, e a modernização do sector através da implementação do Registo Médico Electrónico.
“Este instrumento reforça a solidez da parceria estratégica entre Moçambique e os Estados Unidos e reflecte a confiança mútua entre os dois Governos”, afirmou Maria Manuela dos Santos Lucas, Ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, aquando da assinatura do Memorando.
Diplomacia como eixo de mobilização
Com a conjugação dos dois apoios: 1,7 mil milhões de dólares para o sector da saúde e 1 milhão de dólares para a resposta às cheias, a diplomacia de Daniel Chapo demonstra capacidade de mobilizar recursos estruturais e emergenciais, garantindo simultaneamente o reforço institucional e a protecção imediata das comunidades.
“A diplomacia é hoje uma ferramenta de sobrevivência e desenvolvimento. O Presidente Chapo demonstrou que Moçambique pode assegurar investimentos de longo prazo e apoios rápidos em momentos de crise”, sublinhou fonte oficial da Presidência.
O financiamento emergencial permitirá reforçar operações de resgate, transporte de bens essenciais e apoio logístico nos centros de acolhimento. Já o acordo de saúde garante previsibilidade de financiamento e maior apropriação nacional dos programas, consolidando a resiliência do país face a crises futuras.





