A presença de Daniel Francisco Chapo na COP30 reforçou a diplomacia económica e ambiental de Moçambique, traduzindo-se em novos entendimentos bilaterais com o Brasil e outros parceiros internacionais.
Num encontro com o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foram debatidos eixos de cooperação em sectores de impacto directo na vida das populações, como agricultura, saúde, transportes, infra-estruturas e recursos naturais. Segundo a Nota Informativa, Lula “aceitou o convite para visitar Moçambique”, gesto que simboliza a reaproximação entre os dois países.
“A COP30 foi uma ocasião para renovar o nosso compromisso com a agenda sobre o clima e reforçar a aproximação com outros líderes”, declarou o Presidente Chapo, sublinhando que a Cimeira representou uma “plataforma de convergência entre líderes mundiais, cientistas, sociedade civil e sector privado”.
Com a Irlanda, foi reafirmada a prioridade de Moçambique na estratégia irlandesa de cooperação. Já com a Holanda, o encontro serviu para celebrar 50 anos de relações diplomáticas, coincidindo com o Jubileu de Ouro da Independência Nacional, e explorar oportunidades de investimento em sectores produtivos.
O Chefe de Estado reuniu-se também com o novo Presidente do Banco Africano de Desenvolvimento, Sidi Ould Tah, com quem acordou o seguimento de projectos em execução, e com Francisco Vervloet, da Petrobras, para explorar oportunidades de cooperação energética.
“O Governo está disponível para dar seguimento aos projectos e programas acordados”, afirmou Chapo, convidando o dirigente do BAD a visitar Moçambique.
O balanço presidencial destacou a convergência entre financiamento climático, cooperação técnica e diplomacia energética, traduzindo-se num “novo impulso à diplomacia económica do país”.





