O antigo Presidente da República, Joaquim Alberto Chissano, afirmou hoje que o Presidente Daniel Francisco Chapo tem alcançado “resultados rápidos” e “excelentes” na frente diplomática desde o início do seu mandato.
As declarações foram feitas durante a cerimónia de outorga do título de Doutor Honoris Causa em Diplomacia e Resolução de Conflitos, atribuída pela Universidade Joaquim Chissano (UJC), em Maputo.
“Penso que Sua Excelência, Daniel Francisco Chapo, o Presidente da República de Moçambique, o Presidente de todos os moçambicanos, merece a minha vénia e mais alta honra por nos ter brindado com excelentes resultados no campo diplomático em tão curto espaço de tempo.”
O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, participou na cerimónia realizada no Centro Internacional de Conferências Joaquim Chissano, testemunhando o reconhecimento atribuído ao antigo Chefe do Estado.
A UJC descreveu o acto como um tributo ao contributo de Joaquim Chissano na construção das bases institucionais da diplomacia moçambicana e na promoção de soluções pacíficas para conflitos a nível internacional.
Chissano recorda o papel histórico da diplomacia
Durante o seu discurso, Joaquim Chissano destacou que a diplomacia esteve sempre presente nos momentos estruturantes da formação do Estado moçambicano.
“A diplomacia esteve presente desde o processo negocial da génese do Estado moçambicano em 1964, quando discutimos os Acordos de Lusaca.”
O antigo Presidente sublinhou também o papel da diplomacia na gestão de crises nacionais após a independência:
“Adiante, a diplomacia ajudou a trazer soluções para os problemas de crise alimentar e de insegurança de vida em Moçambique.”
E reforçou a sua relevância nos desafios contemporâneos:
“Actualmente, a diplomacia tem contribuído na busca de soluções contra a crise ambiental em que vivemos, assim como na busca de soluções para o desenvolvimento económico e social.”
Um encontro entre duas gerações de liderança nacional
A cerimónia reuniu altas figuras do Estado, dirigentes do sector público e privado, representantes das universidades e personalidades da sociedade moçambicana.
O acto simbolizou um encontro entre duas gerações de liderança:
Joaquim Chissano, como referência histórica e arquitecto da diplomacia moçambicana; e
Daniel Chapo, como líder que imprime uma nova dinâmica diplomática, marcada por resultados rápidos, cooperação internacional activa e reforço da presença de Moçambique no cenário regional e global.





