O presidente do partido PODEMOS, Albino Forquilha, exigiu a reposição do seu “bom nome” no âmbito do processo-crime de calúnia e difamação relacionado com alegações de alegada recepção de 219 milhões de meticais.
O caso está a ser julgado no Tribunal Judicial da Cidade de Maputo, onde Forquilha figura como queixoso contra o activista Adriano Nuvunga.
À saída da sessão de julgamento, Forquilha reafirmou que as acusações divulgadas publicamente são falsas e sem fundamento, sublinhando que o processo deve servir para restabelecer a sua imagem pública.
“Eu sempre fui inocente e quero que o tribunal traga a justiça e reponha o meu bom nome”, declarou.
O líder do PODEMOS sustenta que as alegações de recebimento de valores para influenciar processos eleitorais afectaram gravemente a sua reputação política e pessoal, motivo pelo qual decidiu recorrer às vias judiciais.
Julgamento em fase de produção de prova
Segundo o que foi avançado em tribunal, o processo encontra-se em fase de produção de prova, com continuação prevista para o próximo dia 4 de Maio, data em que poderão ser apresentados novos elementos antes da conclusão da audiência.
Forquilha afirmou ainda acreditar num desfecho breve do julgamento, reforçando a expectativa de que a justiça venha a clarificar definitivamente as acusações em causa.
O caso continua a gerar atenção pública por envolver figuras políticas e debates sobre liberdade de expressão, responsabilidade na denúncia e proteção da honra no espaço público.





