O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, reconheceu o papel da comunicação social na disseminação de informação rigorosa e na contenção de fenómenos de desinformação relacionados com o abastecimento e os preços dos combustíveis no país.
A posição foi expressa no contexto da análise da situação do mercado internacional de combustíveis, marcada por tensões geopolíticas que continuam a afectar a cadeia global de fornecimento e a formação de preços.
O Chefe do Estado sublinhou que os desafios actuais não são apenas nacionais, mas resultam de dinâmicas globais, destacando o impacto de conflitos internacionais nas principais zonas produtoras e distribuidoras de energia.
“Os desafios não são só locais e nacionais, mas globais e mundiais. Com a guerra entre o Irão, Israel e os Estados Unidos, boa parte dos combustíveis sai daquela zona e isso tem impacto directo nos preços a nível mundial”, afirmou.
O Presidente explicou ainda que Moçambique acompanha diariamente a evolução da situação, através das instituições competentes, assegurando actualizações regulares sobre o mercado interno.
Comunicação social como parceira na informação pública
Daniel Francisco Chapo destacou igualmente o papel da comunicação social no combate à desinformação, sublinhando a importância de fontes oficiais e credíveis na divulgação de dados sobre o sector energético.
“Queremos agradecer o excelente trabalho que a comunicação social tem feito ao actualizar a população com base em fontes fidedignas, nomeadamente o Governo da República de Moçambique”, referiu.
O estadista apelou à continuidade da colaboração entre o Governo e os órgãos de comunicação social, de modo a garantir informação clara e evitar interpretações erradas que possam gerar instabilidade no mercado.
O Presidente assegurou que o Executivo mantém o acompanhamento permanente da evolução dos preços e do abastecimento, sublinhando que serão tomadas medidas ajustadas à dinâmica internacional sempre que necessário.
“Estamos num processo de controlo e vamos continuar a actualizar a informação à medida que a situação evolui”, concluiu.





