O Governo garantiu que o pagamento do serviço da dívida ao Fundo Monetário Internacional (FMI) não compromete o funcionamento do Estado, assegurando que a liquidação foi feita com recurso a reservas internacionais do país.
A informação foi avançada pela Ministra das Finanças, Carla Loveira, que explicou que o pagamento foi efectuado com base em reservas internacionais líquidas, ou seja, moeda estrangeira acumulada pelo Banco Central para suportar transações externas, como a importação de bens e serviços.
“Nós pagámos o serviço da dívida com o Fundo Monetário Internacional com recurso às reservas internacionais líquidas do país. São reservas que já estão disponíveis no âmbito das operações financeiras internacionais”, afirmou.
Sem impacto nas finanças do Estado
Segundo a governante, esta operação não afectou a disponibilidade financeira do Estado, nem exigiu qualquer revisão do Orçamento.
“Neste contexto, não há redução da disponibilidade do Estado, tal como não houve necessidade de alteração orçamental para esta finalidade”, esclareceu Carla Loveira.
A ministra procurou, assim, tranquilizar a opinião pública quanto à estabilidade financeira do país, afastando receios de impacto negativo nas contas públicas ou no funcionamento normal da máquina estatal.





