A Primeira‑Ministra, Benvinda Levi, empossou os novos Presidentes dos Conselhos de Administração do Fundo de Investimento de Património de Abastecimento de Água e Saneamento (FIPAAS, FP) e das Águas de Moçambique (AdeM, IP), sublinhando a importância estratégica destas instituições para o desenvolvimento do sector.
- Miguel Langa assume a presidência do FIPAAS.
- Augusto Chipenembe passa a liderar a AdeM.
Ambos têm como desafio promover maior transparência, eficiência e gestão responsável no abastecimento de água e saneamento, reduzindo as assimetrias entre zonas urbanas e rurais.
Levi destacou que a criação destas entidades visa:
- Promover eficiência e equidade na prestação de serviços.
- Equilibrar a alocação de recursos.
- Reduzir desigualdades regionais.
- Acelerar o cumprimento das metas do Programa Quinquenal do Governo 2025‑2029 e dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável até 2030.
“Esperamos que saibam dar o melhor de vós para que o FIPAAS e a AdeM cumpram, com zelo, rigor e transparência, a missão para a qual foram criadas”, afirmou Levi.
Compromissos dos empossados
Miguel Langa (FIPAAS):
- Reafirmou que a transparência será central para atrair parceiros de desenvolvimento.
- Garantiu que os relatórios financeiros e de actividades serão aprimorados.
“Transparência significa termos clareza e abrir os nossos livros para mostrar quanto dinheiro estamos a mobilizar e como o investimos”, disse Langa.
Augusto Chipenembe (AdeM):
- Destacou a expansão da rede de abastecimento de água como prioridade, especialmente em zonas rurais e periféricas.
“Sobretudo para as zonas rurais, os moçambicanos não vão mais beber água suja. Queremos promover sustentabilidade no abastecimento e saneamento em todo o país”, afirmou Chipenembe.
A coordenação entre FIPAAS e AdeM deverá assegurar:
- Expansão da rede de abastecimento.
- Melhoria da qualidade do serviço.
- Gestão eficiente do património público.
- Redução das assimetrias entre zonas com abundância de água e aquelas sem acesso.





