O Ministro da Saúde, Ussene Isse, apelou à imprensa e à sociedade para que não encarem as greves no sector da saúde como momentos de celebração, mas sim como situações de risco e de perda de vidas.
Durante a sua intervenção, o governante pediu à imprensa que contribua para dissuadir narrativas que normalizam greves na saúde, sublinhando que estas não podem ser vistas como “festa”.
“A greve na saúde não pode ser festa. A greve na saúde é uma tragédia”, alertou Ussene Isse.
O dirigente destacou que a paralisação dos serviços pode colocar em risco qualquer cidadão, inclusive familiares dos próprios profissionais em greve.
“Se faltar o trabalho pode matar gente e pode matar até familiares próprios dele. Porque a greve não tem limite. A saúde não tem escolha”, afirmou Ussene.
Missão de salvar vidas e mecanismos de diálogo
O Ministro reforçou que os profissionais de saúde têm uma missão específica e vital: salvar vidas.
“Deus capacitou as pessoas que estão na saúde para ter um conhecimento específico, para salvar vidas. A nossa missão é salvar vidas”, disse Ussene Isse.
Apesar de reconhecer o direito à reivindicação, o governante sublinhou que existem mecanismos internos de diálogopara resolver conflitos laborais sem comprometer o atendimento aos cidadãos.
“Cada um tem o seu direito de reclamar, de reivindicar, mas nós temos mecanismos e canais próprios internos”, concluiu.





