O Comité Operativo de Emergência (COE) Distrital de Chókwè realizou a sua VIII reunião de coordenação, destinada a avaliar a assistência humanitária às famílias afectadas pelas cheias e inundações.
O encontro analisou as condições de acomodação, saneamento, saúde e alimentação nos centros de acolhimento, bem como estratégias de melhoramento contínuo para salvaguardar vidas humanas. O boletim diário apresentado indicou variações na permanência da população nos três centros, resultantes de saídas e regressos voluntários às residências.
O Coordenador do COE Distrital, Narciso Nhamuhuco, destacou sinais positivos na gestão dos centros, sublinhando que as famílias demonstram satisfação com a organização, incluindo a divisão adequada das cozinhas, e reconheceram o empenho do Governo na resolução gradual dos desafios.
“Estas acções têm contribuído para a melhoria das condições básicas e para a redução dos riscos à saúde pública”, afirmou Nhamuhuco.
Informação como ferramenta estratégica
Por sua vez, Feliciano Mataveia, Assessor do Vice-Presidente do INGD, abordou a importância da gestão do fluxo de informação em situações de emergência. Com experiência no sector humanitário, apelou à criação de equipas integradas que envolvam diferentes níveis e sectores.
“Para garantir um sistema eficaz de gestão da informação é fundamental assegurar a análise, o processamento e a validação rigorosa dos dados, permitindo decisões oportunas e fiáveis”, defendeu Mataveia.
No encerramento da reunião, o Coordenador do COE valorizou as acções desenvolvidas pelos parceiros e reiterou a necessidade de uma articulação contínua entre Governo e parceiros humanitários.
Entre as propostas apresentadas destacam-se:
- Fortalecimento das equipas de trabalho;
- Distribuição de redes mosquiteiras;
- Divulgação do comunicado diário da DNGRH;
- Implementação das recomendações acordadas.





